Ônibus pega fogo na Linha Amarela, Zona Norte do Rio de Janeiro

Por redação Ipu Online » publicado em | 17.9.19 | 0 comentários


Um ônibus pegava fogo na Linha Amarela, em frente ao Nova América, na Zona Norte do Rio, por volta das 6h30 desta terça-feira (17). O veículo estava em chamas perto de uma passarela da via expressa.

Inicialmente, o trânsito havia sido bloqueado apenas no sentido Centro, mas por volta das 7h os dois sentidos da Linha Amarela foram interditados.

Pouco mais de uma hora depois, às 8h20, o sentido Barra da Tijuca foi totalmente liberado, mas havia interdição parcial aos carros no sentido Centro da Linha Amarela. Às 9h40, a faixa reversível na via - que seguia parcialmente liberada - foi encerrada.

O congestionamento no sentido Fundão começava a partir de Água Santa. Já no sentido Barra, os motoristas já encontravam lentidão desde a Linha Vermelha até o acesso 8, em Bonsucesso.

Rotas alternativas
De acordo com o Centro de Operações, as opções aos motoristas que seguiam em direção ao Centro eram optar pela Av. Dom Helder Câmara, até a altura de De Castilho, e seguir pela Estrada Adhemar Bebiano, Rua Francisco Medeiros e acessar a Linha Amarela pela Av. dos Democráticos.

Já para quem vai no sentido Barra, é possível trafegar na via a partir do acesso 4, em Pilares.

Da Zona Oeste para a Zona Norte
Às 8h, a melhor opção para o motorista era o Alto da Boa Vista, que apresenta boas condições de tráfego nos dois sentidos. A Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá e Lagoa-Barra também eram opções, porém, apresentavam retenções no sentido Zona Norte e Zona Sul.

Da Zona Norte para a Zona Oeste
Segundo o Centro de Operações, os motoristas poderiam optar pela Avenida Brasil e Transolímpica.
Na Brasil, o trânsito apresentava retenções de Irajá até Coelho Neto. Já o trânsito na Transolímpica era lento na chegada à Avenida Salvador Allende.

Segundo o Centro de Operações Rio, o congestionamento na cidade dobrou com relação ao registrado nas últimas semanas. Às 7h30, havia registro de 67 km de retenções contra a média de 30 km das últimas três semanas.

Na hora do incêndio, uma grande cortina de fumaça podia ser vista à distância. Às 7h20, o fogo já havia sido apagado, mas os bombeiros ainda vistoriavam o coletivo devido a possíveis focos de chamas.


Vistoria na passarela atingida pelo fogo
Por volta das 7h50, técnicos da Lamsa vistoriavam a passarela para avaliar as condições da estrutura.
Para o especialista de análise de risco Gerardo Portela, a parte da passarela onde as pessoas colocam os pés precisa ser inspecionada.

"A parte metálica só vai ser afetada se a temperatura ultrapassar 723ºC. A partir de 300ºC, 400ºC, ela começa a sofrer alguns danos, pois ela começa a dilatar e contrair. Mas só acima de 700ºC. Pelas imagens, apesar da grande quantidade de fogo, eu não acredito que tenha chegado aos 700ºC, mas aos 400ºC ou 500ºC, com certeza a gente tem algum tipo de dano", afirmou.

Segundo a Lamsa, uma avaliação preliminar indicava não haver risco estrutural, mas o trabalho de vistoria na passarela continua ao longo do dia e, para a atuação dos técnicos, a circulação de pedestres também vai permanecer bloqueada.


G1 RIO

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