Torcedor infarta e morre no gol da virada do Flamengo sobre o River, diz família

Por redação Ipu Online » publicado | 25.11.19 | 0 comentários

Família conta que o homem estava assistindo ao jogo em casa com a filha e teve infarto após o gol que garantiu título da Libertadores do Flamengo.

Washington acompanhava a partida de futebol em casa com a filha — Foto: Arquivo pessoal
O empresário Washington Vasconcelos, 40, torcedor do Flamengo, teve um infarto e morreu neste sábado (23) enquanto assistia em Fortaleza à decisão da Copa Libertadores entre o time carioca e clube argentino River Plate. Um caso similar ocorreu em Mato Grosso, onde um torcedor também morreu durante durante o gol que garantiu a vitória e o título do Flamengo como campeão da Copa Libertadores.

Conforme a família, ele estava em casa, no Bairro Conjunto Ceará, com a filha de oito anos e os sogros, quando passou mal e foi socorrido por vizinhos que o levaram para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) próxima do local. Washington Vasconcelos sofreu uma arritmia cardíaca.

"Ele infartou no segundo gol do Flamengo, ele era flamenguista doente. Talvez por conta da emoção”, relata um familiar. Ainda segundo a família, o empresário foi levado rapidamente à unidade de saúde, mas chegou já sem vida à UPA do Conjunto Ceará.

O familiar não soube informar se Washington utilizava alguma medicação, ou se já teve algum outro problema de saúde relacionado à hipertensão, mas informou que ele praticava exercício com regularidade. O velório acontece na tarde deste domingo (24).

'Fatalidade'
Segundo a cunhada de Washington, Fabíola Serpa, que foi ao hospital com ele, o torcedor sentiu as pernas fracas e caiu no chão, ao comemorar a vitória do time. “Os homens pegaram ele, colocaram no carro de um vizinho. Fomos o vizinho, eu e ele. Só que na UPA ele já estava sem batimentos, tentaram reanimar, fizeram de tudo, mas infelizmente não conseguiram”, conta a cunhada.

Conforme Fabíola, Washington não tinha nenhum problema físico, caminhava, pedalava e mantinha uma boa alimentação, mas que já havia marcado um cardiologista por se queixar de um desconforto. “O médico, no atestado de óbito, colocou que ele teve uma arritmia e que na hora o sangue foi para o pulmão. A palavra que ele usou é que foi uma fatalidade”, destaca.

G1 CE

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